
ONDE A MENINA DA JANELA
Olho-me no espelho,
Vejo que o tempo passou
Deparo-me com um rosto cansado,
que o sofrimento sulcou.
Onde o olhar curioso, sonhador, esperançoso?
Onde a menina da janela que acreditava em noel?
Onde a adolescente fagueira
que esperava seu principe no cavalo alado
Branco como algodão doce?
Hoje os olhos cansados,
a pele sulcada que as dores marcou
Lá no fundo dos olhos porem
A menina ainda existe.
A adolescente ainda persiste.
E hoje, elas, maduras,
apesar do tempo e sofrimento.
Ainda acreditam no AMOR
elo
JAMAIS DEIXEM DE ACREDITAR
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